Total de taxas pagas pelos Bracarenses ao Município em 2022 (até ao momento)
Costa III, o austeritário

Os dois governos anteriores de António Costa construíram a estratégia comunicacional em torno de duas ideias fundamentais: viragem da página da austeridade e reposição de rendimentos. É claro que nenhuma destas mensagens descrevia rigorosamente a realidade, correspondendo mais a uma ilusão habilmente lançada no

Acabem com o liberalismo imediatamente!

Empresas que dão lucro, estão a cometer um crime. E aquelas que apresentam lucros inesperados e aleatórios, devem ser alvo de uma pena capital!

A menos que fosse eu o empresário. Cá para nós, quem me dera poder desfrutar da sensação de, pelo menos uma vez na vida, obter um lucro inesperado e aleatório. Até já tive sonhos em que encontro um pequeno tesouro... como nos filmes.

ONE SIZE FITS ALL

Durante cerca de uma década, o resultado da política monetária do Banco Central Europeu até 2021[1], foi bem-sucedida, resultando numa inflação a rondar 1%.

Apesar de neste último ano a inflação ter ficado em 2,6%, 0,6 pontos percentuais acima dos objectivos traçados pelo próprio BCE de 2%, ainda em Agosto de 2021 nenhum estado-membro da Zona Euro tinha ultrapassado os referidos

Descentralização da acção social: e agora?

Brevemente, a Câmara Municipal de Braga vai ter a oportunidade de promover uma maior proximidade e um apoio mais presente, melhor e eficaz aos cidadãos. Em 2018, foi aprovado o quadro de transferência de competências para as autarquias locais e comunidades intermunicipais (CIM), concretizando os princípios da subsidiariedade, da descentralização administrativa e da autonomia do poder local. Esta descentralização consistiu no reforço das competências das autarquias locais em mais de vinte

Hey, Costa, leave them kids alone!

Há dias, no debate sobre o programa do Governo, António Costa afirmou que a gestão da pandemia não tinha deixado ninguém para trás. Esta afirmação é, objectivamente, falsa. Existem, pelo menos, três grupos enormemente prejudicados: os doentes não covid, que foram abandonados à sua sorte pelo Serviço Nacional de Saúde;

Violação

Aquele que se alimentou com bolotas que colheu sob um carvalho, ou das maçãs que retirou das árvores na floresta, certamente que se apropriou deles para si. Ninguém pode negar que a alimentação é sua. Pergunto então: Quando começaram a pertencer-lhe? Quando as digeriu? Quando as comeu? Quando as cozinhou? Quando as levou para casa? ou Quando as apanhou?

Desunir as Uniões de Freguesia

A reforma de 2013 promoveu ganhos de escala, de eficiência e da massa crítica das freguesias. Faço um apelo para que estas conquistas não fiquem por terra com a desagregação que se avizinha.

“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer”
Alberto Caeiro

Não à mina, sim à vida

Os benefícios da exploração de lítio são superiores aos malefícios? Se sim, então as minas devem ser exploradas. A negociação com os habitantes locais deve tornar atractiva a sua exploração.

Estima-se que o nosso país detenha a sexta maior reserva mundial do novo petróleo, também conhecido por ouro branco: o lítio.

O País das Raspadinhas

Recebemos de forma constante notícias que colocam Portugal na cauda de vários indicadores. Somos a 21ª economia da União Europeia (UE). Somos o 7º país mais pobre da UE. Somos o 3º país com mais taxas e impostos no preço da energia.

Que nos leva a questionar se as políticas que estão a ser aplicadas querem verdadeiramente colocar-nos na média da UE nos diversos indicadores e se queremos uma economia mais forte e que não seja estrangulada pela carga fiscal a todos os agentes da mesma.

Vamos fazer um desenho?

Segunda-feira, 11 de abril de 2022, o governo anunciou uma inflação em Portugal de 4%. Graças a Deus, temos a inflação controlada!

Como o governo vai atualizar os salários da função pública com um aumento de 0,9%, em 2022, os portugueses só vão perder 3,1% de poder de compra, o que não é nada mau, tendo em conta que estamos a sair de uma pandemia e a viver uma guerra, com impactos extraordinários nas matérias-primas.

Viver abaixo das nossas possibilidades

Nos últimos dias, discutiu-se se o primeiro-ministro vai continuar no governo a partir de 2024. Ora, esta é uma questão que diz sobretudo respeito a António Costa e aos eleitores que lhe confiaram o voto. Muito mais relevante é efectuar um balanço do que fez nos últimos seis anos e projectar o que poderá ser a sua actuação enquanto estiver em funções.

Imposto escondido com rabo de fora

Se o ritmo não abrandar, chegaremos a Dezembro com uma inflação a rondar os 14-15%, reflectindo-se numa média anual de quase 9 por cento.

Desde que adoptámos a moeda única, em 1999, a nossa inflação tem-se situado em valores excepcionalmente baixos – 1,8% de média –, comparados com o que assistimos desde 1974 até à entrada no cabaz ECU, antecessor do Euro – 18,3% de média.

Poder absoluto ou responsabilidade absoluta?

Em Junho de 2021, o então ministro de Estado e das Finanças, João Leão, afirmou que o Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), um instrumento que integra o pacote extraordinário de financiamento aprovado pela Comissão Europeia para dotar os países da União Europeia de meios destinados à recuperação económica e social, acrescentará “mais 22 mil milhões de euros à economia” até 2026 e que o produto interno bruto (PIB) potencial, no final de 2025, deverá situar-se 3,5% acima do nível

Uma questão de liberdade ou porque é que esta guerra é mesmo diferente

Isto não implica que a democracia ucraniana ou Zelenskii sejam perfeitos, como não eram Churchill ou Luther-King, mas apenas que estão a lutar por valores que a maioria dos ocidentais partilha e sente estarem em perigo.

Quando eclodiu a guerra na Ucrânia, fiquei com a ideia de que todos perceberiam a relevância do momento que vivíamos, uma viragem para uma nova era. Mas, após um mês de guerra, depois de ler muito do que se tem escrito na comunicação

A Urgência do Planear

Vivemos numa sociedade em que o ideal choca com o racional. Sim, ouvimos muitas ideias, muitas promessas, que pelos ouvidos nos entram e que chocam ao primeiro pensamento racional se a isso nos propusemos: “será viável essa ideia?”

Num universo infantil, muitas ideias são fantásticas, todos teríamos um ordenado mínimo como os países nórdicos, todos poderíamos ter um ensino ou sistema de saúde fantástico, meios de transportes não poluentes, quer ao nível de produção quer

Governo novo, vida velha

Agora que já conhecemos os ministros escolhidos para o XXIII Governo Constitucional, identifico cinco sinais preocupantes e formulo, a partir deles, uma conclusão que estas primeiras indicações permitem intuir.

O péssimo começo: Costa garantiu que adoptaria uma posição de abertura apesar da maioria absoluta. A divulgação do nome dos ministros aos órgãos de comunicação social sem prévio conhecimento do Presidente da República revela, no mínimo, uma

SOBRE IR BUSCAR DINHEIRO A QUEM ESTÁ A ACUMULAR

No último ano, em Portugal, um trabalhador licenciado ganhou mais 8500 euros que um trabalhador com o ensino básico e mais 6000 euros que um trabalhador com o ensino secundário[1]. No ano anterior, a diferença foi semelhante, tendo sido já bem maior no passado.

A Corrupção veio para ficar?

Desde cedo que oiço, os ditos “sábios”, dada toda a imensidão de conhecimento e experiência que trazem na bagagem da vida, dizer ser necessário, aquando da tomada de decisão, fazer várias cedências. É natural que todos temos de ceder, eventualmente e inevitavelmente. Mas existe um limite de cedência? Existem parâmetros para definir o quanto podemos ceder, mesmo quando chegamos a contrariar os nossos próprios princípios?

Os Putinions e a teoria da ferradura

As razões que levaram partidos como PCP ou Bloco de Esquerda a tolerar ou mesmo a tomar partido por Putin são fáceis de perceber. A esquerda radical tem um especial enlevo por todos os que representam uma visão antiamericana, anti-NATO ou contrária aos valores fundamentais das democracias ocidentais.

Menos Opacidade, Mais Transparência

Não será novidade afirmar que se tem vivido um grande alheamento dos cidadãos face à actividade política e à vida em comunidade. Esta realidade traduz-se numa crescente insatisfação com a democracia, bem patente através da elevada abstenção a que temos assistido.

Assim, a ideia de aproximar os cidadãos da política é um combate que temos de travar, de forma a aumentar a sua participação na vida pública.

O Liberal em Tempos de Cólera

Permita-me o leitor o uso da memória recente, quando os últimos anos não foram propriamente de total alegria, e voltemos a 2017. O termo “liberal” era ainda uma raridade linguística, talvez um peregrinismo até, considerada quase uma palavra proibida, que nos remetia automaticamente para uma decrépita ideologia libertária, anarquista, que só poderia ser mencionada se fosse suficiente baixinho,

  1. Francisco e os Minimeus
  2. Os desafios do poder local com a transferência de competências na área social
  3. O hara-kiri democrático de PCP e Bloco
  4. UNIVERSAL E TENDENCIALMENTE GRATUITO
  5. LIBERDADE PARA ESCOLHER
  6. É possível mudar de rumo?
  7. TUDO QUE POUPAS, PAGA IMPOSTO A DOBRAR
  8. Les Misérables
  9. A ÚLTIMA VAGA
  10. Afinal, quem tem “Superioridade Moral”?
  11. O Prólogo e a Construção do Liberalismo
  12. COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS
  13. O elefante na sala chamado Comunicação Social
  14. O salário mínimo da vergonha
  15. Assembleia Municipal, o Centro da Democracia Local
  16. VAMOS ACABAR COM ELES!
  17. Sou Cristão e voto Iniciativa Liberal
  18. Os arautos da desgraça
  19. A BOMBA-RELÓGIO (SPOILER ALERT!)
  20. Deixem-me trabalhar
  21. Ameaçar com coisas boas
  22. Os almoços grátis do socialismo
  23. O dinheiro não traz felicidade
  24. Sabemos o que Rui Rio fez até ao Verão passado
  25. Tudo às claras
  26. Chega, o voto inútil de que a esquerda gosta
  27. O melhor dos porcos
  28. A Crise Política e o Futuro de Portugal
  29. Há vida para além do Orçamento
  30. Enquanto o comboio não regressa
  31. A semente de um monopólio
  32. Braga ao largo da Semana Europeia da Democracia Local
  33. A introdução de novos escalões de IRS: uma oportunidade perdidaem
  34. Brandão Rodrigues, o Gorbachev do Ministério da Educação
  35. Num futuro aqui tão próximo
  36. Ponto de fuga
  37. Ponto de fuga
  38. Ponto de fuga
  39. Ponto de fuga
  40. Ponto de fuga
  41. Ponto de fuga
  42. Ponto de fuga
  43. O Poder Local Democrático, a força-motriz do nosso país
  44. Ponto de fuga
  45. Ponto de fuga
  46. Ponto de fuga
  47. Regionalização, a eterna reforma adiada
  48. O princípio do fim do estado de emergência
  49. Mamadou Ba e a ameaça de expulsão por palavras
  50. O Liberalismo não é um lugar estranho
  51. O Liberalismo em tempos de pandemia
  52. Uma Economia Pós-COVID desTAPada
  53. Rio Este: um problema sem foz à vista
  54. Afinal o que é ser liberal?
  55. Uma (re)invenção educativa à PS
  56. O “sistema”!
  57. Vamos votar… e sair da cepa torta
  58. Liberdade individual e igualdade perante a lei são dois assuntos centrais do Liberalismo

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Mensagem de Rui Rocha

Intervenção de Bruno Machado

Estado da Saúde

Invasão da Ucrânia

Rui Rocha pede responsabilidades

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