VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: VENTOS DE MUDANÇA (1/2)

A população mundial não pára de crescer. A satisfação das necessidades de cada vez mais pessoas, que ambicionam um nível de vida superior ao da geração anterior, vai acabar com os recursos do planeta e causar desastres ambientais irreversíveis.

Será este o nosso destino?

VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: VENTOS DE MUDANÇA (2/2)

Na semana passada, vimos que as novas tecnologias têm vindo a permitir consumos cada vez com menos impacto no meio ambiente. No entanto, para recuperarmos o ambiente não podemos limitar-nos a encontrar energias limpas e formas mais eficientes de as usar e apostar na reciclagem, pois existe muita agressão ao ambiente que é preciso travar e agressões que temos de reverter. Felizmente, também aqui temos tido muitas inovações.

Rico em livros e pobre em sonhos. Ou o contrário?

Benjamim Franklin, célebre inventor do séc. XVIII e um dos líderes da Revolução Americana, proclamou uma vez que a “alegria torna o homem pobre, rico; o descontentamento torna o homem rico, pobre.” Desconheço a sua relação com as classes sociais da época, e sou ainda mais alheio ao seu processo de aquisição de manuais escolares da altura, mas é algo dele – e do que aqui transmite – que nos leva até hoje, dezembro de 2022.

Onde estavas no 25 de Novembro de 1975?

A famosa pergunta do jornalista Batista Bastos, “Onde estavas no 25 de Abril?”, parodiada adrede por Herman José, serve de senha para o dia de hoje. Mas a entrada para a estreia do filme distópico que aqui se apresenta necessita da respetiva contrassenha, “onde estaríamos se a intentona de 25 de novembro de 1975 tivesse sido bem-sucedida?”

A Clubite dos 25

Ao longo das nossas vidas, e das vidas que contemplamos nos outros, somos gradualmente habituados a lidar com as crises de meia-idade, com a inocência dos vinte, com a experiência dos cinquenta, e com outras tantas marcas indiretamente relacionadas com a faixa etária do ser humano e os padrões biológicos e comportamentais associadas a cada uma delas. Mas há mais uma referência cronológica ilustrada por números de um (velho) novo fenómeno que acaba por se evidenciar no espetro político português: a clubite dos 25.

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