Total de taxas pagas pelos Bracarenses ao Município em 2022 (até ao momento)

E AGORA?

 Há umas horas compraste um bilhete para ver um filme que vai estrear às 19h00. Mas, entretanto, recebes uma mensagem de um grupo de amigos a convidar-te para um sunset na praia. Com esta nova hipótese na mesa, senteste-te frustrado porque preferes esta nova opção. No entanto, já gastaste 8 euros no bilhete e não podes devolvê-lo. Se não fores ver o filme, vais mesmo perder o dinheiro. Que vais fazer?

Acabado de cozinhar o teu almoço, recebes um convite para um rodízio de sushi no teu restaurante preferido com tudo pago. Se fores, vais comer uma refeição que adoras, mas o que acabaste de cozinhar vai para o lixo, pois não dá para reaquecer. Que vais fazer?

Abres o frigorífico e vês que tens um refrigerante de um litro cujo prazo de validade acaba hoje. Apetece-te uma cerveja, mas não queres deitar o refrigerante ao lixo. Que vais fazer?

Estas questões parecem fáceis de responder, mas na realidade quando temos de tomar uma decisão, nem sempre optamos pela decisão correcta. O bilhete de cinema, o refrigerante e a refeição cozinhada, são valores que nunca serão recuperados; são “custos afundados”: custos em que já incorremos e nada do que possamos fazer permite a sua recuperação. A tua decisão nunca deve depender do que já gastaste – dinheiro, tempo ou dedicação –, mas sim do que vais obter a partir do momento em que tomas a decisão. Nestes casos as decisões tomadas no passado são completamente irrelevantes para a decisão do momento.

A falácia dos custos afundados é a tendência que podemos ter para continuarmos uma actividade só porque já fizemos algum sacrifício – um investimento – no passado. Se abandonarmos a actividade em questão, significa que vamos passar por um sentimento de que estaremos a desperdiçar algo – e esse é um sentimento que queremos evitar. Infelizmente, muitos de nós caímos na tentação de continuar a insistir no erro, mesmo que isso nos traga ainda mais prejuízo.

Pronto para responder acertadamente agora?

Em 2017, um amigo teu comprou uma empresa por um milhão de euros. Nesse mesmo ano, a empresa dá prejuízo, pelo que ele vai injectar mais um milhão. No ano seguinte, novamente prejuízo, e o mesmo se passa em 2020 e 2021. Uma vez que já investiu tanto dinheiro na empresa, todos os anos vai investindo mais um milhão, pois custa-lhe ter que enfrentar a frustração da perda dos valores já investidos.

O que vais aconselhar ao teu amigo neste ano de 2022, quando ele já lá colocou cinco milhões de euros e a empresa tem dívidas de seis milhões?

Agora, imagina que o dinheiro que esse teu amigo está a investir não é dele, mas sim teu!

Que vais aconselhar ao nosso ministro das infra-estruturas relativamente aos milhões que anda a injectar na TAP?

 

Nota: os valores da venda e das injecções de capital na TAP não são exactamente coincidentes com o apresentado, embora no primeiro semestre de 2021 a TAP tivesse um Passivo de 6 mil milhões e um Activo de apenas 5 mil milhões, encontrando-se numa situação de falência técnica, apesar dos vários contributos que todos os portugueses já fizeram e que podiam ter sido aplicados na solução de graves problemas da país, como a saúde, por exemplo.

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