Total de contribuições suportadas pelos Bracarenses em 2023
De Sobreposta à Contracosta – Que PDM para Braga? Parte 3

Não tenhamos grandes ilusões sobre a disruptividade que a revisão de um documento como o PDM possa estabelecer para a próxima década. Não esperemos grandes ações renovadoras no que ao espaço urbano concerne, até pelos elevados índices de endividamento que o Município de Braga apresenta, sendo isso uma autêntica camisa de sete varas. As largas avenidas romanas, com confluências em parques, fóruns ou termas, ficaram enterradas no nosso subsolo ou destruídas para sempre.

Ensino: O que irá sobrar?

Como filho de uma professora, tive a oportunidade de assistir in loco ao desmoronar gradual de uma paixão por ensinar, sendo a mesma desfragmentada gradualmente em relatórios de avaliação, regimes de recrutamento, critérios de recolocação e em outros pontos igualmente (des)interessantes que resumem hoje as carreiras dos professores numa espécie de tabela periódica sem qualquer propriedade digna de registo, provocando no setor uma morte tão lenta como esperada.

Que PDM para Braga? (Parte 2)

Trinta anos se passaram após a implementação dos Planos Directores Municipais de primeira geração. Desde esse conturbado período social, muito mudou na formação e competência técnica de todos os envolvidos. De Norte a Sul do País várias revisões dos PDM trouxeram intensos debates: o que deveria ser protegido ao nível local, que estratégias a serem seguidas para o património, quais as reais necessidades das populações, que sacríficos ambientais ou sociais seriam necessários assumir para que o crescimento sustentado e o desenvolvimento (rural, urbano ou periurbano) permitissem a implementação do plano, que consequências da falta de transparência e corrupção daí adviriam. 

De Sobreposta à Contracosta – Que PDM para Braga? (Parte 1)

Quando no século XIX Roberto Ivens atravessou o continente Africano mapeando o território de Angola a Moçambique, que se queria unir num continuum geográfico Português, fê-lo com recurso aos mais rudimentares instrumentos cartográficos e a enormes esforços pessoais, com consequências físicas e meses de grandes sacrifícios e empenho determinado. Para uma boa governação era, e é, imprescindível um profundo conhecimento do território e apenas com detalhe e minúcia seremos capazes de determinar políticas que mantenham o equilíbrio do tecido sócio-territorial.

“Habituem-se” a 2023

Num período em que se torna especialmente difícil projetar muitos dos elementos que serão preponderantes para a nossa qualidade de vida em 2023, o primeiro-ministro António Costa decidiu “usar” os jovens, na sua mensagem de Ano Novo, para se alhear uma vez mais da instabilidade sem fim motivada pelas sucessivas demissões dos seus ministros, num discurso opaco e inserido dentro das incontáveis medidas embutidas no II Plano Nacional para a Juventude.

O DÍZIMO

Há um ano, no segundo dia de Janeiro de 2022, a D. Célia foi às compras e levou o
carrinho cheio com produtos de alimentação e bebidas, mas também artigos de higiene e limpeza.
Gastou 100 euros. Exactamente um ano depois, o mesmo carrinho e as mesmas compras, mas a
despesa é de 110 euros (1). Estes valores são divulgados mensalmente pelo Eurostat e permitem-
nos perceber de que forma o nosso poder de compra sai afectado pela inflação. Se os
rendimentos da D. Célia não se tiverem alterado no espaço de um ano, ela terá perdido quase
10% de poder de compra – a inflação de 2022 obrigou a D. Célia a pagar o dízimo mesmo contra
a sua vontade.

Um Conto de Natal

António Scrooge detestava o crescimento do país. Vivia para acumular cada
vez mais impostos e para manter aqueles que estavam na sua dependência
directa.
A transparência exigida pelos liberais só servia para mostrar os negócios que
pretendia esconder. De S. Bento, observava com desprezo os empreendedores
que pretendiam levar os seus negócios por diante. E a classe média… como
ele a abominava! Não conseguia aceitar a mobilidade social e, por isso, nada
fazia para colocar o elevador a trabalhar.

Poder Local Democrático: 46 anos depois

Logo após o 25 de Abril de 1974, foram criadas comissões administrativas nos Municípios e Freguesias que tiveram uma ampla participação popular. Depois de estas terem efectuado um intenso e produtivo trabalho, realizaram-se, em Portugal, a 12 de Dezembro de 1976, as primeiras eleições democráticas para as autarquias locais. Assim, foram a eleições 304 municípios e 4034 freguesias então existentes. Este evento ocorreu há precisamente 46 anos.

A Assembleia Municipal por detrás das cenas

No passado dia 5 de Dezembro de 2022, decorreu Assembleia Municipal Extraordinária no Município de Braga, tendo como primeiro ponto da ordem de trabalhos, a discussão e deliberação sobre a proposta de desagregação da União de freguesias de Morreira e Trandeiras. No exercício da função de Deputada Municipal pela Iniciativa Liberal, subi ao púlpito e expliquei a nossa posição quanto a esta questão.

VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: VENTOS DE MUDANÇA (1/2)

A população mundial não pára de crescer. A satisfação das necessidades de cada vez mais pessoas, que ambicionam um nível de vida superior ao da geração anterior, vai acabar com os recursos do planeta e causar desastres ambientais irreversíveis.

Será este o nosso destino?

VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: VENTOS DE MUDANÇA (2/2)

Na semana passada, vimos que as novas tecnologias têm vindo a permitir consumos cada vez com menos impacto no meio ambiente. No entanto, para recuperarmos o ambiente não podemos limitar-nos a encontrar energias limpas e formas mais eficientes de as usar e apostar na reciclagem, pois existe muita agressão ao ambiente que é preciso travar e agressões que temos de reverter. Felizmente, também aqui temos tido muitas inovações.

Rico em livros e pobre em sonhos. Ou o contrário?

Benjamim Franklin, célebre inventor do séc. XVIII e um dos líderes da Revolução Americana, proclamou uma vez que a “alegria torna o homem pobre, rico; o descontentamento torna o homem rico, pobre.” Desconheço a sua relação com as classes sociais da época, e sou ainda mais alheio ao seu processo de aquisição de manuais escolares da altura, mas é algo dele – e do que aqui transmite – que nos leva até hoje, dezembro de 2022.

Onde estavas no 25 de Novembro de 1975?

A famosa pergunta do jornalista Batista Bastos, “Onde estavas no 25 de Abril?”, parodiada adrede por Herman José, serve de senha para o dia de hoje. Mas a entrada para a estreia do filme distópico que aqui se apresenta necessita da respetiva contrassenha, “onde estaríamos se a intentona de 25 de novembro de 1975 tivesse sido bem-sucedida?”

A Clubite dos 25

Ao longo das nossas vidas, e das vidas que contemplamos nos outros, somos gradualmente habituados a lidar com as crises de meia-idade, com a inocência dos vinte, com a experiência dos cinquenta, e com outras tantas marcas indiretamente relacionadas com a faixa etária do ser humano e os padrões biológicos e comportamentais associadas a cada uma delas. Mas há mais uma referência cronológica ilustrada por números de um (velho) novo fenómeno que acaba por se evidenciar no espetro político português: a clubite dos 25.

VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: O EFEITO DE ESTUFA (2/2)

Na semana passada pudemos perceber que a emissão de gases com efeito de estufa tem vindo a crescer de ano para ano, e o que é pior, tem vindo a crescer a taxas cada vez maiores. Mas acabámos a nossa reflexão com uma promessa de esperança. Agora vamos ver se são os países com maiores níveis de rendimentos que melhor se têm comportado neste aspecto.

VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: O EFEITO DE ESTUFA (1/2)

Este é a quinta e antepenúltima reflexão sobre os contributos que o Liberalismo consegue dar para a sustentabilidade do ambiente. Na semana passada, desmistificámos os problemas da desflorestação. Nesta semana (com conclusão na próxima), vamos perceber como é que historicamente se têm comportado as economias mais ricas em termos de libertação de gases de estufa.

Quando o constitucionalismo chegou a Portugal

No passado dia 23 de Setembro, assinalámos o Bicentenário do Constitucionalismo Português, data que não podemos deixar passar em claro.

Fazendo uma viagem no tempo, a primeira Constituição portuguesa, datada de 1822, logo após a revolução liberal de 1820, surgiu como um texto bastante progressista, no qual ficaram plasmados os princípios dos ideais liberais da época: separação de poderes, igualdade perante a lei, representação e respeito pelos direitos individuais.

VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: A DESFLORESTAÇÃO (2/2)

Na semana passada terminámos com a questão:

– Como é possível que os países de mais altos rendimentos, onde o sistema económico adoptado é o capitalismo, onde foram adoptados modelos de sociedade predominantemente liberais, sejam aqueles em que as florestas estão a ganhar terreno?

DE 1779 A 2022

No dia 30 de junho de 1779, Braga assistiu ao mais assustador temporal da sua história. Apesar de ainda distante, a nível temporal, das discussões sobre as alterações climáticas e não obstante o período veranil, uma tempestade devastadora atravessou a cidade de Braga nesse dia, destruindo quase de forma instantânea os terrenos e as casas de muitos habitantes, muitos deles inseridos nas lides agrícolas. As consequências desta catástrofe natural foram terríveis e prolongadas, com um forte caudal do Rio Este que arrastou moinhos, animais, carros, e dissipou potenciais décadas de trabalho na cidade.

  1. Euro ou escudo?
  2. VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: QUANDO O MERCADO FALHA (2/2)
  3. Plano Municipal para Integração de Migrantes
  4. Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, que afinal discrimina.
  5. Um movimento de todos nós
  6. VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: QUANDO O MERCADO FALHA (1/2)
  7. QUEM PAGA IMPOSTOS?
  8. Costaquistão
  9. VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: PORQUE FALHA O ESTADO (2/2)
  10. Os Regedores dos Regimentos
  11. VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: PORQUE FALHA O ESTADO (1/2)
  12. INFLAÇÃO PARA TOTÓS
  13. VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: O PAPEL DO ESTADO (2/2)
  14. VERDE, TAMBÉM A COR DO LIBERALISMO: O PAPEL DO ESTADO (1/2)
  15. Três tristes truques
  16. A Santinha da Temideira
  17. A Regionalização volta a marca passo
  18. Há dois segundos no Planeta Terra
  19. O algoritmo é a verdade, meus irmãos
  20. Um poder mais próximo dos cidadãos
  21. Nem morto nem enterrado
  22. Só sabemos quem manda
  23. O Abominável Homem do Rato
  24. O Estado de quê, mesmo?
  25. 111%: Abençoada inflação
  26. Uma nova rota da seda e uma exposição a precisar de contraditório
  27. A difícil tarefa de inflacionar Portugal
  28. O lobby dos médicos
  29. Regionalistas de todo o país uni-vos!
  30. Nova teoria do caos
  31. MORTES SILENCIOSAS
  32. O estado programador
  33. COMO É LINDO O MEU UMBIGO
  34. ANTÓNIO, METE MAIS TABACO NISSO!
  35. DIGA UM!
  36. E AGORA?
  37. ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
  38. Como Enfrentar o Problema da Falta de Habitação em Braga
  39. Os cépticos
  40. Salvar o SNS do socialismo selvagem
  41. COM A MINHA IDEOLOGIA NINGUÉM BRINCA
  42. NÃO QUERO SABER!
  43. NAVEGAÇÃO À VISTA
  44. STAND UP COMEDY AT ECB
  45. Eu Também Tenho Um Sonho
  46. Ver a árvore e a floresta
  47. Estupidez ou desonestidade?
  48. A flat tax dos remediados
  49. HÁ DEZ ANOS QUE A EUROPA LEGALIZOU A PROSTITUIÇÃO
  50. COMO SÃO UNS MAIS IGUAIS QUE OUTROS
  51. Este SNS não é para todos
  52. DEPOIS DO LIBERALISMO, O SOCIALISMO
  53. A seita que dói menos
  54. Teoria breve do populismo de direita
  55. E SE A LEI DE MURPHY FOSSE VERDADE?
  56. OS RELÓGIOS PARADOS TAMBÉM ACERTAM
  57. Costa III, o austeritário
  58. Acabem com o liberalismo imediatamente!
  59. ONE SIZE FITS ALL
  60. Descentralização da acção social: e agora?
  61. Hey, Costa, leave them kids alone!
  62. Violação
  63. Desunir as Uniões de Freguesia
  64. Não à mina, sim à vida
  65. O País das Raspadinhas
  66. Vamos fazer um desenho?
  67. Viver abaixo das nossas possibilidades
  68. Imposto escondido com rabo de fora
  69. Poder absoluto ou responsabilidade absoluta?
  70. Uma questão de liberdade ou porque é que esta guerra é mesmo diferente
  71. A Urgência do Planear
  72. Governo novo, vida velha
  73. SOBRE IR BUSCAR DINHEIRO A QUEM ESTÁ A ACUMULAR
  74. A Corrupção veio para ficar?
  75. Os Putinions e a teoria da ferradura
  76. Menos Opacidade, Mais Transparência
  77. O Liberal em Tempos de Cólera
  78. Francisco e os Minimeus
  79. Os desafios do poder local com a transferência de competências na área social
  80. O hara-kiri democrático de PCP e Bloco
  81. UNIVERSAL E TENDENCIALMENTE GRATUITO
  82. LIBERDADE PARA ESCOLHER
  83. É possível mudar de rumo?
  84. TUDO QUE POUPAS, PAGA IMPOSTO A DOBRAR
  85. Les Misérables
  86. A ÚLTIMA VAGA
  87. Afinal, quem tem “Superioridade Moral”?
  88. O Prólogo e a Construção do Liberalismo
  89. COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS
  90. O elefante na sala chamado Comunicação Social
  91. O salário mínimo da vergonha
  92. Assembleia Municipal, o Centro da Democracia Local
  93. VAMOS ACABAR COM ELES!
  94. Sou Cristão e voto Iniciativa Liberal
  95. Os arautos da desgraça
  96. A BOMBA-RELÓGIO (SPOILER ALERT!)
  97. Deixem-me trabalhar
  98. Ameaçar com coisas boas
  99. Os almoços grátis do socialismo
  100. O dinheiro não traz felicidade
  101. Sabemos o que Rui Rio fez até ao Verão passado
  102. Tudo às claras
  103. Chega, o voto inútil de que a esquerda gosta
  104. O melhor dos porcos
  105. A Crise Política e o Futuro de Portugal
  106. Há vida para além do Orçamento
  107. Enquanto o comboio não regressa
  108. A semente de um monopólio
  109. Braga ao largo da Semana Europeia da Democracia Local
  110. A introdução de novos escalões de IRS: uma oportunidade perdidaem
  111. Brandão Rodrigues, o Gorbachev do Ministério da Educação
  112. Num futuro aqui tão próximo
  113. Ponto de fuga
  114. Ponto de fuga
  115. Ponto de fuga
  116. Ponto de fuga
  117. Ponto de fuga
  118. Ponto de fuga
  119. Ponto de fuga
  120. O Poder Local Democrático, a força-motriz do nosso país
  121. Ponto de fuga
  122. Ponto de fuga
  123. Ponto de fuga
  124. Regionalização, a eterna reforma adiada
  125. O princípio do fim do estado de emergência
  126. Mamadou Ba e a ameaça de expulsão por palavras
  127. O Liberalismo não é um lugar estranho
  128. O Liberalismo em tempos de pandemia
  129. Uma Economia Pós-COVID desTAPada
  130. Rio Este: um problema sem foz à vista
  131. Afinal o que é ser liberal?
  132. Uma (re)invenção educativa à PS
  133. O “sistema”!
  134. Vamos votar… e sair da cepa torta
  135. Liberdade individual e igualdade perante a lei são dois assuntos centrais do Liberalismo

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