Total de taxas pagas pelos Bracarenses ao Município em 2022 (até ao momento)
Estupidez ou desonestidade?

Dia Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador, o primeiro-ministro de Portugal dirigiu-se aos portugueses transmitindo o “objectivo de reforço do peso dos salários no PIB para a média europeia” acompanhado de um gráfico ilustrativo. Foi esta a mensagem mais importante que o chefe do Governo de Portugal nos trouxe neste dia.

HÁ DEZ ANOS QUE A EUROPA LEGALIZOU A PROSTITUIÇÃO

– Eu faço tudo o que for preciso!

Foi há dez anos, no Verão de 2012, que a Europa legalizou a prostituição, com esta declaração de Mario Draghi. O presidente do Banco Central Europeu (BCE) anunciou que nenhuma lei poderia sobrepor-se ao objectivo de satisfação das necessidades das mulheres e dos homens europeus.

COMO SÃO UNS MAIS IGUAIS QUE OUTROS

– Vai apanhar a roupa, que o vizinho está a fazer uma fogueira!

– Todos os anos é a mesma coisa, ninguém segura estes cães quando lançam os foguetes.

– Lindo serviço! Por causa desta obra, ficámos sem passeio...

Estes, são exemplos de como as normais actividades diárias de umas pessoas podem prejudicar o bem-estar de outras. Mas estas e outras situações, são manifestações normais da cultura das comunidades e desenvolvimento da economia. Temos de

Este SNS não é para todos

Em abril, celebrámos o Dia da Liberdade e também o Dia Mundial de Saúde. Uma das conquistas da Liberdade, foi precisamente o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que se define por ser universal, por garantir a equidade no acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde independentemente da condição socioeconómica e geográfica, e por ser tendencialmente gratuito. Ora, para que isso se verifique, tem de primar por oferecer iguais oportunidades de acesso para iguais necessidades, ser acessível e

OS RELÓGIOS PARADOS TAMBÉM ACERTAM

Finalmente, já ninguém duvida que iremos ter valores de inflação muito acima dos 2% que o BCE estabeleceu como objectivo para a moeda única, desde a sua criação. Era inevitável, pois se durante os primeiros 21 anos (1998-2019), a quantidade de dinheiro na Zona Euro cresceu a 5,2% ao ano e o PIB[1] cresceu 1,4%. A diferença – 3,8% – reflectiu-se numa inflação do PIB de 1,6%. Os valores de Portugal e da Zona Euro, estão na seguinte tabela.

Costa III, o austeritário

Os dois governos anteriores de António Costa construíram a estratégia comunicacional em torno de duas ideias fundamentais: viragem da página da austeridade e reposição de rendimentos. É claro que nenhuma destas mensagens descrevia rigorosamente a realidade, correspondendo mais a uma ilusão habilmente lançada no

Acabem com o liberalismo imediatamente!

Empresas que dão lucro, estão a cometer um crime. E aquelas que apresentam lucros inesperados e aleatórios, devem ser alvo de uma pena capital!

A menos que fosse eu o empresário. Cá para nós, quem me dera poder desfrutar da sensação de, pelo menos uma vez na vida, obter um lucro inesperado e aleatório. Até já tive sonhos em que encontro um pequeno tesouro... como nos filmes.

ONE SIZE FITS ALL

Durante cerca de uma década, o resultado da política monetária do Banco Central Europeu até 2021[1], foi bem-sucedida, resultando numa inflação a rondar 1%.

Apesar de neste último ano a inflação ter ficado em 2,6%, 0,6 pontos percentuais acima dos objectivos traçados pelo próprio BCE de 2%, ainda em Agosto de 2021 nenhum estado-membro da Zona Euro tinha ultrapassado os referidos

Descentralização da acção social: e agora?

Brevemente, a Câmara Municipal de Braga vai ter a oportunidade de promover uma maior proximidade e um apoio mais presente, melhor e eficaz aos cidadãos. Em 2018, foi aprovado o quadro de transferência de competências para as autarquias locais e comunidades intermunicipais (CIM), concretizando os princípios da subsidiariedade, da descentralização administrativa e da autonomia do poder local. Esta descentralização consistiu no reforço das competências das autarquias locais em mais de vinte

Hey, Costa, leave them kids alone!

Há dias, no debate sobre o programa do Governo, António Costa afirmou que a gestão da pandemia não tinha deixado ninguém para trás. Esta afirmação é, objectivamente, falsa. Existem, pelo menos, três grupos enormemente prejudicados: os doentes não covid, que foram abandonados à sua sorte pelo Serviço Nacional de Saúde;

Violação

Aquele que se alimentou com bolotas que colheu sob um carvalho, ou das maçãs que retirou das árvores na floresta, certamente que se apropriou deles para si. Ninguém pode negar que a alimentação é sua. Pergunto então: Quando começaram a pertencer-lhe? Quando as digeriu? Quando as comeu? Quando as cozinhou? Quando as levou para casa? ou Quando as apanhou?

Desunir as Uniões de Freguesia

A reforma de 2013 promoveu ganhos de escala, de eficiência e da massa crítica das freguesias. Faço um apelo para que estas conquistas não fiquem por terra com a desagregação que se avizinha.

“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer”
Alberto Caeiro

Não à mina, sim à vida

Os benefícios da exploração de lítio são superiores aos malefícios? Se sim, então as minas devem ser exploradas. A negociação com os habitantes locais deve tornar atractiva a sua exploração.

Estima-se que o nosso país detenha a sexta maior reserva mundial do novo petróleo, também conhecido por ouro branco: o lítio.

O País das Raspadinhas

Recebemos de forma constante notícias que colocam Portugal na cauda de vários indicadores. Somos a 21ª economia da União Europeia (UE). Somos o 7º país mais pobre da UE. Somos o 3º país com mais taxas e impostos no preço da energia.

Que nos leva a questionar se as políticas que estão a ser aplicadas querem verdadeiramente colocar-nos na média da UE nos diversos indicadores e se queremos uma economia mais forte e que não seja estrangulada pela carga fiscal a todos os agentes da mesma.

Vamos fazer um desenho?

Segunda-feira, 11 de abril de 2022, o governo anunciou uma inflação em Portugal de 4%. Graças a Deus, temos a inflação controlada!

Como o governo vai atualizar os salários da função pública com um aumento de 0,9%, em 2022, os portugueses só vão perder 3,1% de poder de compra, o que não é nada mau, tendo em conta que estamos a sair de uma pandemia e a viver uma guerra, com impactos extraordinários nas matérias-primas.

Viver abaixo das nossas possibilidades

Nos últimos dias, discutiu-se se o primeiro-ministro vai continuar no governo a partir de 2024. Ora, esta é uma questão que diz sobretudo respeito a António Costa e aos eleitores que lhe confiaram o voto. Muito mais relevante é efectuar um balanço do que fez nos últimos seis anos e projectar o que poderá ser a sua actuação enquanto estiver em funções.

Imposto escondido com rabo de fora

Se o ritmo não abrandar, chegaremos a Dezembro com uma inflação a rondar os 14-15%, reflectindo-se numa média anual de quase 9 por cento.

Desde que adoptámos a moeda única, em 1999, a nossa inflação tem-se situado em valores excepcionalmente baixos – 1,8% de média –, comparados com o que assistimos desde 1974 até à entrada no cabaz ECU, antecessor do Euro – 18,3% de média.

Poder absoluto ou responsabilidade absoluta?

Em Junho de 2021, o então ministro de Estado e das Finanças, João Leão, afirmou que o Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), um instrumento que integra o pacote extraordinário de financiamento aprovado pela Comissão Europeia para dotar os países da União Europeia de meios destinados à recuperação económica e social, acrescentará “mais 22 mil milhões de euros à economia” até 2026 e que o produto interno bruto (PIB) potencial, no final de 2025, deverá situar-se 3,5% acima do nível

Uma questão de liberdade ou porque é que esta guerra é mesmo diferente

Isto não implica que a democracia ucraniana ou Zelenskii sejam perfeitos, como não eram Churchill ou Luther-King, mas apenas que estão a lutar por valores que a maioria dos ocidentais partilha e sente estarem em perigo.

Quando eclodiu a guerra na Ucrânia, fiquei com a ideia de que todos perceberiam a relevância do momento que vivíamos, uma viragem para uma nova era. Mas, após um mês de guerra, depois de ler muito do que se tem escrito na comunicação

A Urgência do Planear

Vivemos numa sociedade em que o ideal choca com o racional. Sim, ouvimos muitas ideias, muitas promessas, que pelos ouvidos nos entram e que chocam ao primeiro pensamento racional se a isso nos propusemos: “será viável essa ideia?”

Num universo infantil, muitas ideias são fantásticas, todos teríamos um ordenado mínimo como os países nórdicos, todos poderíamos ter um ensino ou sistema de saúde fantástico, meios de transportes não poluentes, quer ao nível de produção quer

Governo novo, vida velha

Agora que já conhecemos os ministros escolhidos para o XXIII Governo Constitucional, identifico cinco sinais preocupantes e formulo, a partir deles, uma conclusão que estas primeiras indicações permitem intuir.

O péssimo começo: Costa garantiu que adoptaria uma posição de abertura apesar da maioria absoluta. A divulgação do nome dos ministros aos órgãos de comunicação social sem prévio conhecimento do Presidente da República revela, no mínimo, uma

  1. SOBRE IR BUSCAR DINHEIRO A QUEM ESTÁ A ACUMULAR
  2. A Corrupção veio para ficar?
  3. Os Putinions e a teoria da ferradura
  4. Menos Opacidade, Mais Transparência
  5. O Liberal em Tempos de Cólera
  6. Francisco e os Minimeus
  7. Os desafios do poder local com a transferência de competências na área social
  8. O hara-kiri democrático de PCP e Bloco
  9. UNIVERSAL E TENDENCIALMENTE GRATUITO
  10. LIBERDADE PARA ESCOLHER
  11. É possível mudar de rumo?
  12. TUDO QUE POUPAS, PAGA IMPOSTO A DOBRAR
  13. Les Misérables
  14. A ÚLTIMA VAGA
  15. Afinal, quem tem “Superioridade Moral”?
  16. O Prólogo e a Construção do Liberalismo
  17. COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS
  18. O elefante na sala chamado Comunicação Social
  19. O salário mínimo da vergonha
  20. Assembleia Municipal, o Centro da Democracia Local
  21. VAMOS ACABAR COM ELES!
  22. Sou Cristão e voto Iniciativa Liberal
  23. Os arautos da desgraça
  24. A BOMBA-RELÓGIO (SPOILER ALERT!)
  25. Deixem-me trabalhar
  26. Ameaçar com coisas boas
  27. Os almoços grátis do socialismo
  28. O dinheiro não traz felicidade
  29. Sabemos o que Rui Rio fez até ao Verão passado
  30. Tudo às claras
  31. Chega, o voto inútil de que a esquerda gosta
  32. O melhor dos porcos
  33. A Crise Política e o Futuro de Portugal
  34. Há vida para além do Orçamento
  35. Enquanto o comboio não regressa
  36. A semente de um monopólio
  37. Braga ao largo da Semana Europeia da Democracia Local
  38. A introdução de novos escalões de IRS: uma oportunidade perdidaem
  39. Brandão Rodrigues, o Gorbachev do Ministério da Educação
  40. Num futuro aqui tão próximo
  41. Ponto de fuga
  42. Ponto de fuga
  43. Ponto de fuga
  44. Ponto de fuga
  45. Ponto de fuga
  46. Ponto de fuga
  47. Ponto de fuga
  48. O Poder Local Democrático, a força-motriz do nosso país
  49. Ponto de fuga
  50. Ponto de fuga
  51. Ponto de fuga
  52. Regionalização, a eterna reforma adiada
  53. O princípio do fim do estado de emergência
  54. Mamadou Ba e a ameaça de expulsão por palavras
  55. O Liberalismo não é um lugar estranho
  56. O Liberalismo em tempos de pandemia
  57. Uma Economia Pós-COVID desTAPada
  58. Rio Este: um problema sem foz à vista
  59. Afinal o que é ser liberal?
  60. Uma (re)invenção educativa à PS
  61. O “sistema”!
  62. Vamos votar… e sair da cepa torta
  63. Liberdade individual e igualdade perante a lei são dois assuntos centrais do Liberalismo

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