Total de taxas pagas pelos Bracarenses ao Município em 2022 (até ao momento)
Os Regedores dos Regimentos

Há uma passagem na Ilíada de Homero em que um simples homem do povo, Térsites, num assomo de coragem desafia Ulisses ousando tomar a palavra para criticar os erros das decisões de guerra e os custos que a população pagava. O homem é “descomposto” de forma agressiva por Ulisses, por entre risos e aplausos da “Assembleia de Guerreiros”, sendo humilhado publicamente. Este momento demonstra que as dificuldades criadas à participação do cidadão comum nas Assembleias é uma realidade com quase 3000 anos de história.

INFLAÇÃO PARA TOTÓS

Durante muitos anos, no reino de sua majestade, nunca se tinha ouvido falar em inflação. Podia acontecer num ano o preço do pão subir, porque tinha sido um ano mau para a produção de trigo, mas já o preço do vinho baixava, porque o ano tinha sido bom para a produção de uvas, enquanto que o preço das hortaliças e da fruta se mantinha, pois não tinha havido nada de anormal que afectasse a sua produção. Ou seja, os aumentos dos preços de uns bens eram compensados pelas diminuições dos preços de outros.

Três tristes truques

O Governo apresentou há dias aquilo a que chamou um pacote anti-inflação, que se organiza essencialmente em torno de três medidas fundamentais que, supostamente, teriam um enorme alcance:

A Regionalização volta a marca passo

A nossa Constituição estabelece que o poder local é constituído pelas freguesias, municípios e regiões administrativas. Assim, estas últimas são consideradas autarquias de âmbito regional, tendo sido consagradas como entidades intermédias entre o Estado Central e os Municípios.

Há dois segundos no Planeta Terra

“Se comprimirmos toda a história da terra (4,5 Biliões de Anos) em 24 horas, os seres humanos entrariam apenas nos últimos 2 segundos dessas 24 horas”.

 

 

Só sabemos quem manda

Quanto iremos nós pagar no final do mês? Quais as reais implicações do mecanismo ibérico nas nossas contas? Como sabemos que ele vai funcionar? Acredito que a discussão deveria estar centrada aí.

O Abominável Homem do Rato

Em praticamente todas as culturas e latitudes podemos encontrar referências a lendas e crenças associadas a figuras com comportamentos ou características aterradoras. No México e em Porto Rico, por exemplo, proliferam os relatos sobre o Chupa-cabras, uma criatura conhecida por sugar o sangue de animais, especialmente o de cabras, como o próprio nome indica.

O Estado de quê, mesmo?

Vivemos tempos estranhos.

Com o país (literalmente) a arder, ligo a televisão e observo atentamente – dentro do possível – ao debate do Estado da Nação. Debate que segue, na sua maioria, o nível de argumentação que eu assistia na escola primária, quando se decidia quem iria assumir a asneira feita na sala de aula, nas costas da professora. E tal como na Escola, aqui quem ri por último, também acaba por sair ilibado.

111%: Abençoada inflação

No final de 2021, a Dívida Pública (DP) do nosso país ficou em 127,4% da riqueza (PIB) que conseguimos criar nesse ano. A evolução da nossa Dívida Pública tem sido a seguinte: a laranja, governos PSD; a rosa, governos PS; a vermelho, governo condicionado pela assistência da troika.

Uma nova rota da seda e uma exposição a precisar de contraditório

Está por estes dias patente na Galeria do Paço uma exposição sobre o projeto chinês para o “Belt & Road”, uma iniciativa que pretende ser uma nova rota da seda, tornando-se o motor da criação de um corredor económico pujante a ligar Ásia e Europa e que, dado esse objetivo, tem tido numa fase inicial um foco primordial na mehoria das redes de transportes entre estas regiões.

O lobby dos médicos

A Maria é obstetra e tem contrato a tempo inteiro no SNS. O ordenado mensal bruto é de 3000 euros. Não tem filhos e é solteira, pelo que é-lhe feita uma retenção na fonte de IRS de 27%.[1]. Nos últimos meses, a necessidade de contratar "tarefeiros" por parte do SNS, tem vindo a originar propostas de trabalho em prestação de serviços, para além do horário normal, com valores que vão variando, mas que podemos dizer que rondam os 50 euros.

Regionalistas de todo o país uni-vos!

“(…) encerra um povo exausto de seiva moral, marcado pelo morbo gaulês da centralização”, Alexandre Herculano, em carta a Oliveira Martins, sobre artigos que este escreveu no jornal “A República”

MORTES SILENCIOSAS

Segunda-feira já lá foi. Já lá foram mais que uma, até. A promessa de resolução (parcial) dos problemas do SNS para uma segunda-feira, faz lembrar D. Sebastião e a esperança de que o nosso rei regressaria um dia, numa manhã de nevoeiro, para salvar o país de todos os seus problemas.

COMO É LINDO O MEU UMBIGO

Às liberdades municipais, à iniciativa local das comunas, aos forais, que davam a cada população uma fisionomia e vida próprias, sucede a centralização uniforme e estabilizadora. O povo emudece; negam-lhe a palavra fechando-lhe as Cortes; não o consultam, nem se conta já com ele. Com quem se conta é com a aristocracia palaciana que cada vez se separa mais do povo pelos interesses e pelos sentimentos, e que, de classe, tende a transformar-se em casta.

DIGA UM!

Das Kapital[1] , escrito no final do séc. XIX, veio trazer uma lufada de ar fresco a um sistema de organização da sociedade e da economia que começava a dar mostras de asfixiar o proletariado[2]. Os proletários estavam a ser explorados pelos capitalistas, que pagavam pela sua força de trabalho, valores no limiar da subsistência, impedindo-os de melhorar a sua vida – impedindo-os de apanhar o elevador social e perpetuando o ciclo de pobreza para os seus descendentes. 

  1. E AGORA?
  2. ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
  3. Como Enfrentar o Problema da Falta de Habitação em Braga
  4. COM A MINHA IDEOLOGIA NINGUÉM BRINCA
  5. NÃO QUERO SABER!
  6. NAVEGAÇÃO À VISTA
  7. STAND UP COMEDY AT ECB
  8. Eu Também Tenho Um Sonho
  9. Ver a árvore e a floresta
  10. Estupidez ou desonestidade?
  11. A flat tax dos remediados
  12. HÁ DEZ ANOS QUE A EUROPA LEGALIZOU A PROSTITUIÇÃO
  13. COMO SÃO UNS MAIS IGUAIS QUE OUTROS
  14. Este SNS não é para todos
  15. DEPOIS DO LIBERALISMO, O SOCIALISMO
  16. A seita que dói menos
  17. Teoria breve do populismo de direita
  18. E SE A LEI DE MURPHY FOSSE VERDADE?
  19. OS RELÓGIOS PARADOS TAMBÉM ACERTAM
  20. Costa III, o austeritário
  21. Acabem com o liberalismo imediatamente!
  22. ONE SIZE FITS ALL
  23. Descentralização da acção social: e agora?
  24. Hey, Costa, leave them kids alone!
  25. Violação
  26. Desunir as Uniões de Freguesia
  27. Não à mina, sim à vida
  28. O País das Raspadinhas
  29. Vamos fazer um desenho?
  30. Viver abaixo das nossas possibilidades
  31. Imposto escondido com rabo de fora
  32. Poder absoluto ou responsabilidade absoluta?
  33. Uma questão de liberdade ou porque é que esta guerra é mesmo diferente
  34. A Urgência do Planear
  35. Governo novo, vida velha
  36. SOBRE IR BUSCAR DINHEIRO A QUEM ESTÁ A ACUMULAR
  37. A Corrupção veio para ficar?
  38. Os Putinions e a teoria da ferradura
  39. Menos Opacidade, Mais Transparência
  40. O Liberal em Tempos de Cólera
  41. Francisco e os Minimeus
  42. Os desafios do poder local com a transferência de competências na área social
  43. O hara-kiri democrático de PCP e Bloco
  44. UNIVERSAL E TENDENCIALMENTE GRATUITO
  45. LIBERDADE PARA ESCOLHER
  46. É possível mudar de rumo?
  47. TUDO QUE POUPAS, PAGA IMPOSTO A DOBRAR
  48. Les Misérables
  49. A ÚLTIMA VAGA
  50. Afinal, quem tem “Superioridade Moral”?
  51. O Prólogo e a Construção do Liberalismo
  52. COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS
  53. O elefante na sala chamado Comunicação Social
  54. O salário mínimo da vergonha
  55. Assembleia Municipal, o Centro da Democracia Local
  56. VAMOS ACABAR COM ELES!
  57. Sou Cristão e voto Iniciativa Liberal
  58. Os arautos da desgraça
  59. A BOMBA-RELÓGIO (SPOILER ALERT!)
  60. Deixem-me trabalhar
  61. Ameaçar com coisas boas
  62. Os almoços grátis do socialismo
  63. O dinheiro não traz felicidade
  64. Sabemos o que Rui Rio fez até ao Verão passado
  65. Tudo às claras
  66. Chega, o voto inútil de que a esquerda gosta
  67. O melhor dos porcos
  68. A Crise Política e o Futuro de Portugal
  69. Há vida para além do Orçamento
  70. Enquanto o comboio não regressa
  71. A semente de um monopólio
  72. Braga ao largo da Semana Europeia da Democracia Local
  73. A introdução de novos escalões de IRS: uma oportunidade perdidaem
  74. Brandão Rodrigues, o Gorbachev do Ministério da Educação
  75. Num futuro aqui tão próximo
  76. Ponto de fuga
  77. Ponto de fuga
  78. Ponto de fuga
  79. Ponto de fuga
  80. Ponto de fuga
  81. Ponto de fuga
  82. Ponto de fuga
  83. O Poder Local Democrático, a força-motriz do nosso país
  84. Ponto de fuga
  85. Ponto de fuga
  86. Ponto de fuga
  87. Regionalização, a eterna reforma adiada
  88. O princípio do fim do estado de emergência
  89. Mamadou Ba e a ameaça de expulsão por palavras
  90. O Liberalismo não é um lugar estranho
  91. O Liberalismo em tempos de pandemia
  92. Uma Economia Pós-COVID desTAPada
  93. Rio Este: um problema sem foz à vista
  94. Afinal o que é ser liberal?
  95. Uma (re)invenção educativa à PS
  96. O “sistema”!
  97. Vamos votar… e sair da cepa torta
  98. Liberdade individual e igualdade perante a lei são dois assuntos centrais do Liberalismo

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